Aldo Pereira

A viagem dos sonhos.

Por Aldo Pereira há 5 dias

Como você se sentiria se a pessoa que tanto ama, tivesse a oportunidade de realizar a viagem dos seus sonhos. Aquela viagem que ela vem programando durante toda a sua existência? Ela viveu todos os dias de sua "vida", planejando, se preparando, arquitetando a realização desse sonho. Como você se sentiria, se essa viagem fosse de apenas algumas horas para o reencontro, mas poderia levar dias ou mesmo anos? Sentiria saudades, evidentemente, mas pelo amor nutrido, apesar da separação física, também não estaria feliz por ver quem tanto ama estar realizando aquilo que planejou? Certamente que sim. Assim é a morte física (desencarne). É uma viagem planejada pelo espírito desde a erraticidade (quando ainda não estava encarnado) até os tempos de carnado. Ele almeja, espera, se angústia e por vezes até presente que o momento do "embarque" está próximo. É júbilo para o ser eterno. Será hora de rever amigos, seres amados, que também sentem saudades e que o auxiliaram nessa "preparação". Ele sentirá saudades de quem fica, mas saciará a sede do reencontro de quem antes foi. Nenhum espírito, em sua consciência universal, lamenta a morte física. Nenhum espírito, consciente de sua existência eterna, sofre. É apenas uma viagem, de reencontro certo. Com mais ou menos tempo, todos estarão novamente reunidos. Essa é a lei. 

Não se desespere, a espera é curta. O que são alguns anos perante a eternidade? Talvez, um piscar de olhos, um bocejar. O pensamento, esse telefone sem fio maravilhoso, liga quem "partiu" com quem ficou. A comunicação é instantânea. Nada se perde. A vida é uma sucessão de presentes. Tudo se encadeia para um fim maior, mais elevado, bem mais sutil. Afogue o seu "eu" e pense no todo. Ele está feliz? Então estarei feliz por ele. Isso é amor. O resto é egoísmo. "Eu não queria, eu vou sentir saudades, eu ficarei triste, o que será de mim agora". Sempre o eu, eu, eu, falando mais alto. E ele? O amor não era por ele? Então para que tanto "eu"? 

Fiquem em paz.

*Um velho amigo.

Aldo Pereira

"Limpar" a casa.

Por Aldo Pereira há 1 semana

Mas é evidente, uma casa quando está suja, deve ser limpa. Agora, meus filhos, esse preto pergunta, o que suja espiritualmente uma casa? Meus irmãos, toda casa que trabalha em nome de Deus e dentro dos ensinamentos dos mestres, não necessita de "limpeza". Ela sempre será um explendor de luz, harmonia e caridade. Não há espírito carnado ou desencarnado que consiga "sujar" uma casa que trabalha por Deus, com Deus e em Deus. Se uma casa precisa ser "limpa", preste, atenção no trabalho que essa casa faz. Se ele estiver alicerçado no amor ao próximo, doação integral ao próximo e sem separação ou julgamento, essa casa sempre estará "limpa" espiritualmente. O universo se faz por afinidades e os espíritos carnados e desencarnados que procuram a casa, são aqueles que se afinam com ela. Os que permanecem, também. A sua casa atende a todos com igualdade, ouvindo atentamente, orientando amorosamente e trabalhando com os princípios ensinados pelo mestre Nazareno? Então quem teria o poder de suga-la? A sua casa, recebe todos os espíritos com igualdade, sem classificação ou hierarquia? Ou ainda trata espíritos como superiores e inferiores, bons e maus, elevados e "trevosos"? A sua casa trabalha pela elevação do espírito, priorizando absolutamente os valores espirituais, ou quer manter o padrão humano, o bem estar passageiro e as paixões mundanas? Sua casa recebe com alegria, verdadeiro júbilo os espíritos de fala mansa, que dizem oque a mente quer ouvir e massageia o ego e tratam com desdém aqueles de fala arrastada sem meias palavras, recebidos como se armados para guerra e considerados inferiores? Se é assim, sua casa precisa de limpeza. Nessa casa falta amor e sobra seletividade. O amor é a todos e incondicional. Mas nego, como posso amar quem "persegue"? Amando, simplesmente amando. Sabe aquele obsessor, perseguidor, tratado como malvado nas sessões de desobsessão, que vocês querem afastar? Ele pode estar muito acima "espiritualmente", daquele que vocês consideram perseguido. O coitadinho. Se conseguissem ver a essência do espírito, cairiam de joelhos e renderiam louvores ao que chamam de "mal", mas que ainda tem mais luz que aqueles que por sua razão mal educada, chamam de "vítima". Se vocês pudessem saber um pouco de suas encarnações anteriores, entenderiam o que esse preto fala e parariam de separar e amariam mais. Bendito véu do esquecimento que protege os filhos e premia o aqui e agora. Não julguem, não separem, não condicionem. Lembrem das palavras do Cristo no evangelho de Tomé: 

Quando virdes a vossa semelhança, alegrai-vos. Mas, quando virdes o vosso modelo, que desde o princípio estava em vós e nunca morrerá, nem jamais se revela plenamente – será que suportareis isto?

* Um velho amigo. 

Aldo Pereira

Servir ou se servir do próximo?

Por Aldo Pereira há 4 semanas

Tudo que se faz, espiritual e materialmente, tem importância nesta e em todas as existências do espírito. Mas, aquilo que é feito sem esperar receber lucro pessoal, mesmo que este seja apenas um muito obrigado ou a satisfação de ter praticado, é muito mais universalizado e, por isso, serve como caminho para a sintonia com o UM. Já aquelas ações materiais ou espirituais que são realizadas objetivando-se algum bem ainda estão presas ao individualismo e, por isso, não servem para a elevação espiritual.

Quem busca servir ao próximo não pode esperar ganhar nada com isso, mas também não pode querer dar nada aos outros, pois isso caracterizará uma intencionalidade. Para os seres humanizados isso é quase impossível, pois sempre que buscam servir ao próximo estabelecem logo uma meta, um objetivo, um para que praticar tal ação. Por exemplo, oram para que o próximo tenha saúde, para que ele arrume um emprego, para que consiga resolver o problema que está lhe agoniando, etc. Ou seja, fazem pelo próximo interessadamente.

O verdadeiro serviço ao próximo, o verdadeiro amar, é aquele que não coloca objetivo algum, que não é forjado em interesse nenhum. Ama o próximo aquele que simplesmente diz ‘Pai, que seja feita a sua vontade assim na Terra como no céu’, não aquele que diz: “Pai, eu quero que aconteça isso ou aquilo para o próximo’.

Amar ao próximo é participar das ações da vida sem anexar a elas nenhum interesse individual, mesmo que, aparentemente, este desejo seja o melhor para o outro. É viver a vida como ela é, sem condicionar a felicidade a qualquer realização.

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

'Hipócritas! Lavem o copo por dentro'

Por Aldo Pereira há 1 mês

As expressões (as paixões, os desejos, a vontade de ganhar sempre, a busca do prazer, a procura pelo reconhecimento e pelo elogio) podem ser chamadas de energias negativas, como vocês entendem no planeta este elemento. Sendo isso verdade, posso dizer que aquele que só se preocupa com a limpeza externa e não com a interna está seriamente doente, pois tem um câncer (o egoísmo) do qual não está tratando. Sabem qual o cocô que sai pelo coração? A crítica, o ensinar o certo, o querer obrigar o próximo a ser do jeito que vocês acham certo... Depois que faz as necessidades o ser humanizado lava as mãos, mas depois que despeja pelo coração estes excrementos não lava o coração, não é mesmo? Quis aproveitar este ensinamento de Cristo para lhes lembrar disso: cada vez que forem ao banheiro o importante não é lavar a mão, mas o coração. Os seres humanizados precisam se preocupar não com a beleza do corpo físico, mas sim com o seu íntimo. Reparem: os seres humanizados fogem da velhice fazendo plásticas e outros procedimentos, mas por mais que fujam, ela sempre chega.

É preciso encarnar a realidade da vida. É preciso começar a se preocupar com a limpeza interna e com a saúde interna e não só com a aparência e saúde externa. Como já tinha dito, aquele que busca a consciência crística precisa se preocupar em viver para dentro, em viver para si mesmo. Precisa começar a se preocupar em lavar-se.

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

"OS TRABALHADORES DA VINHA"

Por Aldo Pereira há 1 mês

Sabe, vocês não têm noção de como as pessoas se relacionam com Deus. Já trabalhei em um centro espírita e pude verificar que a maioria das pessoas que buscam a Deus só o faz para pedir algo a favor dela ou contra outra pessoa. São pessoas que se não recebem se desiludem e aí passam a desacreditar em Deus, na entidade, ou a casa, igreja, centro, dizendo que estes locais não prestam. Mas, apesar destas pessoas se dizerem cristãs, elas não leram a Bíblia. Afirmo isso porque aí está a informação de Cristo: o dono da plantação de uvas ( leia a parábola) paga exatamente o que foi contratado antes do serviço.

Para Deus, vale aquilo que foi contratado antes da encarnação e Ele dará exatamente isso, não importando quanto tempo ou trabalho o ser já fez. Esta idéia é muito importante para que possamos compreender uma coisa muito interessante.

Ora, se Deus dá a cada o que foi contratado antes da encarnação, de que adianta ao ser humanizado (o espírito encarnado) pedir alguma coisa a Deus?

O que é o anseio de querer ganhar, de querer receber antes dos outros? Egoísmo. O ser se humaniza justamente para se libertar do egoísmo. Todos encarnam para se libertar do egoísmo. Se isso é verdade, aquele que dá asas ao egoísmo é quem não aproveita a encarnação como instrumento da elevação espiritual.

É por isso que ele é o último no reino do céu. Como pode receber antes se não realizou a reforma íntima? Reforma íntima trata-se exatamente disso: o ser humanizado reformar o seu interior que é predominantemente egoísta.

Não estou falando de ser egoísta como mau ou coisa feia. Estou falando de uma característica de um ser humanizado. Todo espírito humanizado é por natureza egoísta, pois parte sempre do eu, dele mesmo. Tudo que ele trabalha mentalmente é fruto de desejos, de paixões e de posses que são expressões do egoísmo.

Repare no que você pensa. Veja se não há esta lógica no seu raciocínio, ou seja, tudo que você acredita está certo e tudo o que você quer merece receber. O que você pensa sempre espelha o que quer e não querer o que não quer. O que você pensa que acredita sempre está certo e o que os outros falam sempre está errado.É isso que o ser humanizado precisa entender. Pouquíssimos aceitam aquilo que não querem sem expressar a sua dor por isso. 

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

As parábolas.

Por Aldo Pereira há 1 mês

Cristo falou em parábolas justamente para que cada personalidade humana pudesse fazer a sua livre interpretação. Ele agiu desta forma para que houvesse a múltiplas interpretações do texto e com isso possibilitar a prova do ‘eu sei’. Se cada um acredita saber alguma coisa (crê na interpretação que a mente humana cria) eis aí uma boa prova: amar e respeitar a interpretação do outro ou discutir para provar que está certo.

Mas, ele também disse assim: o primeiro e maior mandamento que você deve se entregar de corpo, mente, alma e espírito é amar a Deus sobre todas as coisas; e o segundo ao qual também deve se entregar completamente é amar ao próximo como a si mesmo. A partir disso lhe afirmo que não importa que compreensão você tenha, ame a Deus acima dela; não importa que compreensão tenha, ame ao próximo acima dela. Quem se apega a uma interpretação para criar uma verdade não cumpriu nem o primeiro nem o segundo mandamento.

Portanto, Cristo falou por parábolas justamente para isso: para ver se o ser humanizado vai ficar procurando interpretações ou se irá simplesmente amar. Para complementar esta visão posso ainda lhe citar mais um ensinamento de Cristo: louvado seja Deus que esconde do sábio, ou seja, aquele que sabe interpretar, o que mostra aos simples, aquele não sabe nem ler, mas ama a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.

Apesar de lhe dizer tudo isso, afirmo: Cristo não poderia ser mais claro do que foi.

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

"Não vim destruir, mas cumprir"

Por Aldo Pereira há 1 mês

A lei religiosa, contempla um Deus juiz, que julga todos os atos dos seres humanos. Busca, pela coerção e pelo medo, afastar os adeptos da religião do pecado ou do erro aos olhos de Deus. Entretanto, Cristo nos ensinou um Deus diferente: o do amor.

Pelos ensinamentos de Cristo aprendemos que Deus não é um juiz, mas a Justiça: Ele não julga, mas promove o que é justo. Dentro dessa nova visão de Deus temos que entender que Sua lei não pode ser coercitiva. Foi isso que Cristo ensinou ao afirmar que não veio para quebrar a lei, mas dar a ela o seu real sentido.

As religiões transformaram os ensinamentos dos mestres em leis coercitivas, que devem ser seguidas a qualquer custo. No entanto, Cristo nos pediu que as seguíssemos por amor ao Pai e não pelo temor da Sua Justiça.

As leis de Deus Não podem conter uma proibição, mas devem levar à compreensão do sofrimento que pode se causar ao agir de determinada forma. De nada adianta se decretar normas legais proibindo os atos, pois enquanto não houver no espírito a consciência de que não deve praticar o ato por amor, ele continuará praticando.

Toda lei busca bloquear a prática de atos que possam causar sofrimento a outrem, mas elas causam sofrimento a quem se submete a elas. Isto ocorre porque não existe uma consciência do sofrimento que se pode causar com a prática do ato, mas apenas o medo da pena.

Para se alcançar à consciência necessária para a não prática, o espírito tem que viver com o amor universal. Apenas a compaixão pelos outros e por si mesmo pode levar o ser a não praticar atos que firam outros.

A lei deve estabelecer os parâmetros da felicidade e não a proibição de atos. Todos os códigos legais devem se submeter a este preceito. Ao invés de proibir atos, a lei precisa estabelecer a forma de existir que leve à felicidade universal. Ao invés de dizer “não mate”, por exemplo, um código legal deveria afirmar: ame para não matar.

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

"Vocês são a luz para o mundo todo"

Por Aldo Pereira há 1 mês

Muitos imaginam que conseguir a consciência crística é como fazer um seguro que os protegerá de todas as mazelas do mundo. Que os afastará das situações de constrangimento, de dor, de humilhação. Enganam-se: ninguém acende uma lamparina para pôr debaixo de um cesto.

O ser humanizado que alcança a consciência crística ama universalmente, incondicionalmente. Este ser deve ser colocado no lugar próprio para que ilumine os que estão na casa, ou seja, devem ser expostos a situações onde derramem este amor sobre os outros.

Para aquele que tem cobiça, nada melhor do que receber o amor. Para aquele que tem ódio, nada melhor do que receber o amor em troca do seu ódio. O amor é o único antídoto para aquele que sente prazer em humilhar, constranger ou causar dor.

É por isso que aquele que alcança a consciência crística (é uma cidade construída sobre um monte) precisa continuar a vivenciar situações que, sob o prisma humano, denotem sofrimento e miséria. Mantendo a sua relação amorosa com Deus e exercitando a entrega com confiança ao Pai, este ser transmite àqueles que ainda estão apegados aos prazeres mundanos (satisfação de vontades) o caminho para alcançar o reino dos céus.

Aliás, fica difícil se imaginar de onde venha a compreensão que a união a Deus protege contra as mazelas do mundo. É só reparar nos acontecimentos da vida de Jesus, dos apóstolos e dos primeiros cristãos. Se a imagem corrente de hoje fosse real, esses deveriam ter uma existência muito diferente da que tiveram, não?

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

Vá, mas sem a expectativa de chegar.

Por Aldo Pereira há 1 mês

O ser humano imagina que apenas por ter decidido que algo é bom para ele e comece a caminhar no sentido de alcança-lo, consegui-lo é inevitável. Isso não é real. Por mais que se deseje algo, por mais que se trabalhe para ter o que é desejado, muitas vezes o destino não é alcançado.

Isso é algo que aquele que detém o poder da sua felicidade sabe. Ele, quando a vida se abre em múltiplas possibilidades analisa cada caminho que se apresenta buscando saber qual o destino que ele leva. Por já se conhecer, sabe qual deles é o melhor para si mesmo e por isso escolhe o caminho que leva a ele. Só que ao caminhar nunca o faz com a convicção de que inexoravelmente chegará ao fim. Sabe que existem muitos aspectos que podem influenciar na caminhada.

Pode ser, por exemplo, que no meio do caminho exista outras encruzilhadas que apresentem caminhos com destinos que são mais atrativos do que o escolhido primariamente. Isso pode desviar o curso do ser humano. Pode ser também que fatores externos, da vida, acabem alterando o curso programado. Pode ser, ainda, que ao fazer a avaliação do destino o ser humano tenha se equivocado e o final esperado nunca chegue.

São tantas as possibilidades do caminho escolhido não levar ao destino esperado. Por isso, o ser humano que busca deter o poder para ser feliz jamais caminha com certeza de que alcançará o objetivo projetado. Por mais que ele analise a caminhada e se esforce no sentido de chegar a bom termo, sabe que o futuro é sempre uma incógnita.

Por isso, analise, estude, veja o que é melhor para você. Decida, comece uma caminhada, mas caminhe a cada momento onde estiver sem certeza de que chegará a lugar algum. Digo isso porque se achar que só por estar caminhando numa estrada a chegada ao local projetado é inexorável, pode ser que fique no meio do caminho e com isso sofra.

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

Como interagir com espíritos.

Por Aldo Pereira há 1 mês

Os espíritos com os quais lidam neste mundo são todos iguais a você. São seres que estão ligados ao mundo humanizado e por isso existem dentro da mesma faixa vibratória. Por isso a lida com eles não pode ser feita dentro da excepcionalidade. O relacionamento com os seres que não estão ligados a uma matéria densa deve ser o mesmo que se tem com aqueles que são percebidos indistintamente. Se eles choram, deve se consolá-los; se reclamam, deve se ouvir suas reclamações. Nada de excepcional precisa ser feito nestas relações. Isso é algo que vocês precisam entender, pois da forma com que convivem hoje com os espíritos, acabam ficando sem saber o que fazer nestas relações e por isso vivem o medo ou a contrariedade durante estes contatos. Se um espírito chega até você e lhe traz uma mensagem, só ele pode explicar o quis dizer com ela. Por isso, pergunte, questione, converse sobre o assunto. Se não fizer isso viverá a dúvida sobre o que foi dito. Pior: irá querer resolver sozinho o que o espírito quis dizer e com isso pode gerar uma interpretação errônea que acabará lhe desviando do que foi avisado. Por isso, se o espírito lhe diz que chegou a hora, responda: ‘chegou? Está bem. Agora, o que vai acontecer? O que você espera que eu faça neste momento? Me explique, por favor. Estou aqui para lhe ouvir e conversar sobre o assunto’. Todos os seres que possuem atividades mediúnicas onde não conseguem estabelecer com quem estão se relacionando sentem medo. Por isso quero aproveitar esta oportunidade e falar uma coisa: tenham medo dos vivos e não dos mortos. Nenhum espírito desencarnado pode lhe fazer mal. Sabe porquê? Porque vocês são filhos de Deus. Ora, se vocês têm filhos, não vão protege-los, não cuidarão para que nenhum mal lhes aconteça? Se vocês fazem isso, imaginam que Deus, que é o nosso Pai, vai lhes expor ao perigo desnecessariamente? Acham que Ele não lhes protegerá?

Espiritualismo ecumênico universal