Gileno de Sá Cardoso

ZONA DE CONFORTO

Por Gileno de Sá Cardoso há 3 meses

          A prostituição, antes chamada de "zona do meretrício", era "velada", todos sabiam da sua existência, mas ninguém tomava uma providência.

          Hoje com o passar dos anos, acho que ela de alguma forma entrou dentro de cada um de nós, nos prostituindo de alguma forma. 

          Assim, os limites pré estabelecidos já não podem e talvez nem devam ser respeitados. Acho que, da mesma forma que enxergo isso bem claro em mim mesmo. 

          Tantas vezes fiz algo que não gostaria de ter feito ou estar fazendo, algo que não gostei a mim mesmo me prostituindo. 

          Então hoje vemos esta mesma zona espalhada pelos quatro cantos do mundo, também e mais conhecida como "zona de conforto".

          Dessa forma então acho, talvez seja o momento importante prá cada um de nós repensarmos sob esta ótica, prá observar que se de alguma forma ou algum modo não poderíamos fazer algo com mais amor.

          Ou com menor resistência, prá que talvez possamos nos sintonizar de uma forma mais adequada.   

          Felicidade agora e sempre à todos amigos, da melhor forma que houver prá cada um de nós.

Junior Ahmad

Gileno de Sá Cardoso

PESSOAS CONFLITUOSAS SÃO NOCIVAS À SAÚDE E À ALMA

Por Gileno de Sá Cardoso há 3 meses

          Devemos ser gratos às pessoas conflituosas porque elas nos colocam diante das provações mais difíceis.

          O conflito é a oportunidade maior que as pessoas têm de avançar na trajetória da reforma íntima.

          O conflito nos dá a oportunidade de exercitar a paciência, a resiliência e esperar o tempo de Deus.

          As pessoas conflituosas nos incitam a uma das coisas mais prazerosas ao ser humano que é a argumentação. 

          A argumentação, porém, é uma fonte inesgotável de conceitos e nós viemos à esse mundo, justamente para aprender a amar e nos livrar de qualquer conceito dentro de nós.

          Por fim, a argumentação leva a sensações desagradáveis e sentimentos ruins que nos levam à emoções fortes e inúteis, que são prejudiciais à saúde e empatam a vida de fluir.

           O processo da reforma íntima só é possível quando conseguimos nos libertar dos sentimentos, dando lugar somente ao amor.

          Diversos meios íntimos existem para controlar as emoções, sendo o mais eficaz permanecer no agora. 

          Quando não conseguimos evitar o conflito e se livrar dos sentimentos ruins, melhor se afastar do conflito e do conflitante e intimamente se harmonizar com os dois, deixando a questão a ser resolvida entre você e Deus. 

          E por quê ainda é melhor nos afastar temporariamente da situação? Porque ainda estamos no meio do caminho da nossa evolução e só agora estamos começando a desenvolver a capacidade de amar. 

          Então, já que ainda não dispomos do amor ao conflito, é melhor por enquanto, adiar a razão e levar a paz.

Gileno Sa Cardoso

Gileno de Sá Cardoso

FELICIDADE

Por Gileno de Sá Cardoso há 7 meses

Sei que o sucesso é estimulante...

O dinheiro conquistado importante...

A saúde relevante...

Mas não determinantes...


Aprendi que picos de alegria não representam felicidade...

Qua a felicidade é perene...

Consciência leve constante...

Encontro comigo mesmo de forma permanente...


Absorvi a energia da resiliência...

A solidade sem ânsia...

A serenidade da autoestima...

A generosa capacidade de amar...


Ismael Silva

Gileno de Sá Cardoso

A FELICIDADE ETERNA DA DÚVIDA

Por Gileno de Sá Cardoso há 7 meses

A certeza é a razão, a convicção, é a "zona de conforto". É preferível então se aventurar em procura da liberdade. Ser livre é não se apegar a nenhuma certeza, é duvidar de tudo e sair dessa zona de conforto para encontrar a Felicidade plena e contínua. A felicidade da certeza só dura até você ser discordado, por que você vai abrir mão dela em troca da razão.

Gileno de Sá Cardoso

DEUS CRIA O ATO MAS O SOFRIMENTO É OPCIONAL

Por Gileno de Sá Cardoso há 8 meses

Deus é responsável pela criação do ato, mas nada tem a ver com o nosso sofrimento. Existe o ato porque merecemos, já que sempre há um tempo para a Justiça Divina, mas o sofrimento pode sempre ser abolido quando aprendemos a amar a Deus dentro desse ato, aceitando a vida como ela é. O grande equívoco da humanidade é achar que Deus não pode criar (e onde estaria a sua Onipotência?) coisas "ruins" como fome, miséria, doença, desastre, guerra, pessoas deficientes, estupro, etc. Ora, essas coisas são criadas justamente para o benefício dos envolvidos, com o objetivo de trazê-las como mais uma oportunidade para amar a Deus, ou seja, entender que esses atos existem como prova de Amor de Deus para conosco na Obra Geral e, por isso devemos retribuir esse Amor a Ele aceitando-os. Esses atos acontecem na nossa vida justamente para que não nos contrariemos com eles e pensemos sempre na eternidade e não só na efemeridade dessa vida. Resumindo podemos dizer que tudo nos é permitido mas nunca podemos esquecer que teremos sempre nos observando um Ser Onipresente, o arquiteto do Universo, sempre disposto a reconstruir a nossa vida com coisas consideradas pelo ser humano como coisas "boas" ou "ruins" de acordo com o nosso merecimento,  pois Ele tudo sabe,   já que é Onisciente. Tudo gira entre nós e Ele. Aceitação é o caminho.

Gileno de Sá Cardoso

VITIMIZAÇÃO

Por Gileno de Sá Cardoso há 8 meses

A vitimização é um aspecto da personalidade humana que afeta ao personagem ativo e ao passivo. É uma forma terrível de apego à vida que produz conflitos crescentes e podem persistir por uma existência inteira, caso não seja combatida intimamente pelo ativo e ignorada pelo passivo. Pura falta de consciência material e espiritual.

Gileno de Sá Cardoso

ACEITE QUE DÓI MENOS

Por Gileno de Sá Cardoso há 8 meses

Então já descobrimos o nosso carma da não aceitação. Diante de um carma, a última coisa a fazer é fugir dele. Pelo contrário, devemos encará-lo e enfrentá-lo, espantando o medo. O segundo passo é curtimos esse carma, no caso a não aceitação. Curtindo ele, estaremos estudando-o e amando-o, porque passaremos a entender que esse carma é obra de Deus colocada em nossa vida em nosso benefício do ponto de vista da eternidade. O terceiro passo é o mais importante: não nos culpemos quando estivermos mais uma vez diante da não aceitação. Esse é o momento em que sobrevém o sofrimento. Só conseguiremos nos livrar desse sofrimento se conseguirmos amar o nosso carma, ou seja entender que ele foi elaborado pela vontade de Deus a nosso pedido e em nosso benefício, como mais uma oportunidade de nos livrarmos dele. Para conseguirmos isso é preciso que nos permitamos interior e totalmente, para que possamos permitir ao outro que encene as provas para a nossa aceitação: através do amor, sobrevindo a bem aventurança; ou não, através da revolta, sobrevindo o sofrimento.

Renato Mendes

Único Poder

Por Renato Mendes há 1 ano

Tudo é regido por um único poder, e este poder não é meu nem seu.

É ilusão pensar que podemos alguma coisa, que nosso poder é maior ou menor que outro poder, que fazemos algo a alguém porque temos poder maior do que o outro ou vice-versa.

Não há dois poderes, há apenas um poder. É preciso conscientizar-se profundamente disto.

E este único poder não está à nossa disposição para usarmos como nos convém, passamos muito tempo estudando e fazendo qualquer tipo de práticas para termos acesso a este poder e faze-lo nos servir. Não, isto não funciona.

Por creditarmos poder em nós mesmos vivenciamos o sofrimento, sofremos quando queremos que as coisas sejam diferentes e também sofremos quando queremos que as coisas perpetuem, não temos o poder de realizar nenhuma destas coisas, mas ainda assim, por ignorância, insistimos em acreditar que sim.

No entanto existe uma maneira de escaparmos ao sofrimento, esta maneira é nos colocar à disposição deste único poder, resistir a ele é fazer uso do egoísmo. A paz e a felicidade são o que buscamos, mas nunca encontramos pois buscamos de forma incorreta e isto gera mais infelicidade. Paz e felicidade existem quando abandonamos nossas ilusões de poder e conscientemente nos abrimos a este único poder, ele então conduzirá nossas vidas com paz e felicidade, mas a paz e felicidade dele e não deste mundo que julgamos erroneamente serem paz e felicidade quando na verdade são guerra e prazer.

Entregue suas ilusões, renda-se, abra-se a isto, e veja a sua vida sendo conduzida sem as suas opiniões, desejos, necessidades e obrigações, permita-se experimentar esta realidade. O ego pode investir contra isto dizendo ser fraqueza, que será um salto no escuro e sem ele, o ego, você irá se machucar, mas é exatamente o contrário, o ego é fraqueza e usa de chantagens e ameaças para justamente esconder esta fraqueza, como disse só há um único poder, e ele não é do ego.

Figura

Não construa, não cultive, não crie, não, você não pode nada disto, perceba claramente, não tem participação sua desta maneira, a sua participação é entregar-se, entrega total, é um despojar, desnudar-se, render-se.

Você não pode fazer com o que vento entre pela janela, você pode apenas abrir a janela e o vento entrará por si mesmo.
Renato Mendes

A palavra não é a coisa

Por Renato Mendes há 1 ano

A palavra é elemento importante na comunicação, usamos a palavra e dela retiramos o sentido que está em nossa memória.

Mas é essencial percebermos a diferença entra a palavra e a coisa em si.

Usemos como exemplo a palavra sofrimento.

Nos lembramos de alguns dos nossos sofrimentos, e quando lemos e ouvimos a respeito do sofrimento e como "escapar" dele logo o identificamos com o que está armazenado em nossas memórias e tornamo-nos sábios sobre sofrer, mas quando o sofrimento nos aflige no agora não percebemos ou não sabemos como lidar.

Nos tornamos experts nisto e em outros assuntos que tratam da felicidade mas quando precisamos identificar e colocar em prática no nosso dia a dia ficamos completamente perdidos, mas somos capazes de ensinar e expor nosso conhecimento com perfeição.

Figura

Na teoria a prática é outra.

É preciso conhecer o sofrimento, a alegria, a tristeza, a felicidade no momento em que estão presentes. E conhecer não é nomear, adjetivar, armazenar, explicar, nada disto, conhecer é vivenciar aquilo pura e simplesmente.

Note a diferença entre conhecer e reconhecer, reconhecer é trazer da memória, e quando isto acontece estamos lidando com o passado, com a palavra, mas a palavra não é a coisa, a palavra é morta, logo, de nada adianta.

Experimente a vida consciente da diferença de o que acontece com o que pensamos sobre o que acontece, o que pensamos é a palavra armazenada, ela ajuda na comunicação mas não em lidar com o que está presente. Já reparou que frequentemente não vivemos o presente e sim nossas ideias sobre o presente?

É preciso conscientizar-se do sofrimento, e para isto é preciso vive-lo no momento em que ele se apresente sem escapar para o passado utilizando-se da palavra que o representa ou projetar um futuro sem sofrimento servindo-se novamente da palavra.

Porém, não diga a si mesmo que irá aguardar o próximo momento em que sofrer para conscientizar-se, porque a palavra virá junto e é possível que troque novamente o presente pela palavra. 

Conscientize-se da vida agora, o que acontece agora, como reage agora, esteja alerta constantemente e quando o sofrimento vier experimente-o, sim, experimente, se fugir ou negar ou mesmo se quiser resolver novamente perdeu a oportunidade, aproveite cada oportunidade para experimentar a vida com tudo o que ela carrega, se a palavra vier junto, note a diferença entra a coisa viva e a coisa morta.

Viver a morte é loucura, então viva a vida, viva o presente como ele se apresenta, e não viva a morte de uma ideia a respeito da vida, o que no final das contas são meramente palavras.