Vamos arrumar a casa - áudio

Mensagem introdutória

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Vamos arrumar a casa - Mensagem introdutória

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Vamos arrumar a casa - áudio

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O contato com os extraterrestres é profetizado por Cristo na Bíblia. Nessa conversa Joaquim fala desse encontro e do que devemos fazer para arrumar a casa para receber os irmãos universais. 

Não há mal que sempre dure, nem mal que nunca acabe

Não há mal que sempre dure, nem mal que nunca acabe

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Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca acabe

Mensagem enviada por Joaquim de Aruanda sobre viver os momentos de baixa da vida humana

A arte de sorrir mesmo quando o mundo diz não - Áudios

4ª palestra - É preciso mostrar a saída

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4ª palestra - É preciso mostrar a saída

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Evangelho de Mateus - áudio

Décima terceira conversa

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Evangelho de Mateus - décima terceira conversa

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Sobrevivendo ao mundo de hoje

Sobrevivendo ao mundo de hoje

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Sobrevivendo ao mundo de hoje

Nessa conversa Joaquim de Aruanda fala sobre como a perda de referenciais que estão ocorrendo nos dias de hoje afeta os seres encarnados e como conseguir viver num mundo onde isso acontece. 

Amando - texto

Sentimentos positivos

Participante: eu consigo entender esses tipos sentimentos negativos como ruins, mas os positivos é onde estão as minhas dúvidas.

Os sentimentos chamados de positivos são mais negativos do que aqueles que são tratados dessa forma. Vou dar um exemplo para entender o que estou dizendo.

Todo sentimento que você chama de negativo (raiva, ódio, vingança) é gerado pelo amor a si mesmo, que é tratado pelo ser humanizado como algo positivo. Veja como ele é negativo: quem o nutre não consegue amar a ninguém, a não ser que seja satisfeito por aquela pessoa.

Quando você diz, por exemplo, que ama o seu marido, não está nutrindo esse sentimento por ele, pois só o ama enquanto ele satisfaz as suas expectativas com relação ao marido. Na hora que ele não satisfaz, aparece o ódio. Para vocês o amor ao marido é positivo e o ódio é negativo, mas eles são iguais, já que são fruto do amor a si primeiramente.

Na hora que amar o próximo, amar universalmente, não brigará com seu marido, pouco importando o que ele faça. Verá esse marido como instrumento do seu carma e não como seu algoz.

O que hoje se chama de sentimento negativo no planeta é o individualismo, o amor a si. No entanto, o que é chamado de positivo, por também ser fundamentado na mesma diretriz, não pode ser tratado como diferente.

Quem não ama universalmente, vive essa vida em sofrimento e não realiza o trabalho da encarnação. Aliás, como disse Paulo, quem não vive para servir, não serve para viver. Quem não nasce para amar o próximo incondicionalmente não serve para a espiritualidade.

Será que alguém aqui já viu André Luiz ou qualquer outro socorrista colocar condições para amar os que estão precisando? Já viram eles deixarem de atender alguém porque foi um bandido ou fez mal a outro? Claro que não. O espírito elevado ama o próximo, independente do que tenha feito ou sido.

Ficou claro o que estou falando? Essa, como diversos outros assuntos são de difícil entendimento. Não por serem complexas, mas porque o que dizemos é diferente da compreensão que vocês mantêm há muito tempo.

Participante: mas, você pode se sentir feliz amando o próximo.

Ficar feliz verdadeiramente amando o próximo é fruto exclusivo de quem serve o outro. Ou seja, é uma característica alcançada apenas por aqueles que vivem sem condicionalidade alguma para ser feliz. Quem ama o próximo só quando ele lhe satisfaz, ama si mesmo.

A felicidade realmente surge do amor ao próximo, mas para que seja uma felicidade real há a necessidade de que esse amor seja incondicional. Quando a felicidade é oriunda do fato de que o outro supriu as suas expectativas, o que existe é prazer.

Prazer é algo que é vivido quando alguém supre as suas expectativas, quando alguém é, está ou faz o que você quer. Nesse caso, o amor não foi ao outro, mas a si mesmo, porque priorizou as suas posses, paixões e desejos.

Participante: quando sentirdes a dor da traição que porventura venha a machucar o teu coração, eleva o teu coração ao alto e pede forças para o nosso Deus para suportar mais uma dor.

De minha parte, diria como Cristo ensinou: ame o traidor, a traição. Foi isso que ele fez: foi traído e mesmo assim amou Judas.

O que você falou é perfeito e é caminho para a elevação, mas a aproximação de Deus só se concretizará na hora que não ver nem a existência de uma traição. Na hora que disser como Cristo falou a Judas: vá amigo, faça logo o que tem que fazer.

Sei que vocês chamam a ação de Judas de traição, mas Jesus Cristo não se sentiu traído Viver dessa forma é vivenciar o amor universal.

Participante: mas, enquanto não conseguirmos viver como o senhor diz, acho que pedir forças é o caminho.

É um dos caminhos. Cada um tem o seu caminho próprio. Por isso não posso dizer que esse ou aquele é o melhor.

Participante: aproveitando, o que seria de Jesus sem a ajuda de Cristo? Eram espíritos amigos?

Espiritualmente falando eram irmãos. São seres universais que possuem todo o amor que um ser pode ter pelos outros.

Quanto a serem espíritos amigos, tenho muito medo de fazer tal afirmação. Amizade para vocês ainda é algo conceitual: consideram como amigos apenas aqueles que fazem o que vocês querem, que concordam com vocês. Por isso tenho medo de afirmar que há amizade espiritual.

Amando - texto

Amar e sentimentos

Além do tema principal de hoje, amando, uma pessoa me pediu para falar sobre sentimentos. Como esse tema tem a ver com o primeiro, vamos falar um pouco dele.

Começo perguntando: algum de vocês é capaz de enumerar quantos sentimentos existem? É impossível, não? São tantos sentimentos ...

No entanto, o princípio dos ensinamentos de todos os mestres é de que Deus é tudo e tudo é Ele. Colocando-se esse ensinamento na prática, teremos que entender que Deus é uno: tudo junto numa coisa só. Por isso temos que entender que Deus não pode ser bipolar, ou seja, ter dois elementos ambíguas dentro de Si.

Por isso, quando nos referimos a existência de sentimentos, estamos gerando um deus ambíguo. É por causa disso que não podemos falar no plural, sentimentos, mas entender que só existe o singular: um único sentimento. No universo só existe um único sentimento: o amor universal.

O amor universal é a única coisa que Deus gera, pois tudo nasce Dele. Eu diria que Deus é o amor condensado. No universo não existe raiva, ódio, infelicidade, felicidade, prazer. No universo não existe nada além do amor universal.

Sendo isso verdade, nenhum de vocês teve inveja, raiva ou qualquer outro sentimento que imagine ter nutrido. Afirmo isso porque esses sentimentos não existem.

Está certo isso que disse? Está certo afirmar que não existe raiva, que nenhum de vocês nunca sentiram isso? Você concorda que ninguém nunca ficou nervoso, preocupado, já que isso são também considerados como sentimentos? Vou explicar o que estou falando ...

O que é raiva? Quando é que vocês têm raiva de alguém?

Participante: quando somos contrariados ...

Perfeito.

Sendo assim, o que é raiva? É um amor a si mesmo. Amor às suas verdades, paixões, posses e desejos.

O que é vaidade?

Participante: acho que é amor a si também ...

Isso. O que é inveja, preocupação, nervosismo, etc.? Amor a si mesmo. É dessa consciência que se chega à realidade: alguns seres do universo utilizam o que é gerado por Deus para amar o próximo, outros utilizam o mesmo sentimento de uma forma individual, para amar a si.

É por isso que no universo não existem sentimentos, mas apenas um. Além disso há um objeto do amor, ou seja, algo que é amado. Esse objeto pode ser de dois tipos: amar os elementos do universo, Deus e todos e tudo que existe, ou amar individualmente, amar a si acima do próprio universo.

Participante: raiva é um sentimento de momento, enquanto ódio é mais duradouro.

Certo, mas todos os dois são amar a você mesmo. Amar suas verdades, o que queria ou achava certo que não foi atendido em um momento.

Participante: quando todos os homens abrirem a porta dos seus corações e deixarem penetrar o amor, o perdão e a paciência, de certo sentirão o verdadeiro amor de Cristo.

Para isso precisará amar o próximo acima de si mesmo. Enquanto tiver o amor próprio, a defesa de si mesmo – que, aliás vocês lutam para ter e dizem que é certo, já que é uma das características do ser humanizado – não amarão. Enquanto acharem que amar a si acima dos outros faz bem, vocês não conseguirão se aproximar de Deus. Amar assim faz bem ao humano, mas não ao espírito, porque esse ama a Deus acima de todas as coisas, inclusive de si mesmo.

Participante: faço uma distinção entre sentimentos e emoções.

Universalmente falando não existe distinção, pois no universo tudo que não é inteligente é matéria, ou seja, fluido cósmico universal.

A diferença entre os dois é apenas uma questão de palavras. A psicologia fala em emoções, mas nós falamos em sentimentos.

Amando - texto

Relacionamento com Deus

Continuando a responder a questão, vamos agora falar em como se amar mais dentro do relacionamento com Deus. Peço atenção porque esse assunto é muito profundo.

Um ser humanizado só conseguirá amar a Deus mais profundamente quando se sentir amado por Ele. Em um trabalho anterior falei das sete consciências que um ser humanizado pode ter. A última delas, o último estágio antes da elevação espiritual trata-se da consciência do amor de Deus pelo ser. Sentir-se amado por Ele.

O que é sentir-se amado por Deus? É ver em tudo a ação do Senhor e não dos elementos, sejam humanos, animais, vegetais ou minerais. Isso é amar a Deus.

Você amará ao Pai quando sentir-se amado ao ser roubado, por exemplo. Amará a Deus quando sentir-se amado enquanto um cachorro lhe morde. Amará mais quando sentir-se amado ao contrair uma doença, quando for perseguido, caluniado, vilipendiado. É nesse momento que conseguirá amar mais a Deus, pois alcançou a incondicionalidade na vida. Quem alcança isso, vive um amor puro com o Pai.

Participante: acaba o carma quando acabam os sentimentos ruins?

Não, acaba o carma quando você prova a Deus, não só uma vez, que abriu mão de todas as suas posses, paixões e desejos para viver apenas a paz e a felicidade.

Nesse momento acaba o carma. Enquanto houver resquícios de um eu, os carmas estarão presentes.

Voltando ao nosso assunto de agora, compreenderam o que é o amor a Deus? É muito importante isso, porque esse amor é a essência da evolução espiritual. Se não vermos em tudo o amor de Deus, não amamos universalmente. Só que para ver em tudo o amor do Pai, é preciso retirar as condições que colocamos para amá-Lo.

‘Deus, se me der uma casa própria vou ficar feliz. Se não me der, reagirei como uma criança: vou chorar, gritar, esbravejar contra a vida’.

Participante: como fazemos para retirar essas condições que impomos para amar a Deus?

Libertando-se das suas verdades.

Enquanto houver um lugar certo para se guardar alguma coisa, há uma condição. Enquanto houver necessidade de um dia de sol para sentir-se feliz, tem uma condição. Enquanto achar que precisa ser respeitado ou amado pelos outros nessa vida, não haverá amor verdadeiro a Deus.

Participante: isso é uma questão de treinamento?

Sim. É preciso treinar a libertação das condições que se impõe ao mundo para sentir-se amado, feliz, para poder se amar a Deus incondicionalmente.

Por exemplo, hoje se alguém roubar o seu carro, virá o sofrimento. Com isso reconheceu a presença de um condicionamento. Nesse momento precisa treinar o desapego. Isso deve ser feito afirmando a si mesmo que naquele momento Deus está lhe amando. Quando assaltarem a sua, por já ter se lembrado antes, pode ser que consiga mais rapidamente acabar com a condição.

Para esse treinamento, no entanto, é preciso uma condição: deixar de esperar que alguma coisa determinada aconteça. Enquanto achar que precisa que determinada coisa aconteça para ser feliz, não conseguirá. Por isso, antes que roubem o seu carro, destrua a posse que tem sobre ele.

Amando - texto

Casamento

Participante: uma vez o senhor me disse que casamento é para sempre. Mesmo que haja uma separação, um casamento nunca acaba. Isso acontece mesmo quando encerramos nossas provas com aquele companheiro?

Casamento é um carma que existirá enquanto o companheiro for o agente carmático para aquilo que o ser precisa. Mesmo que vocês não estejam mais morando junto, se ele for o agente carmático do que precisa estarão ligado. Os dois podem mudar seus papéis, de conjugues para ex-cônjuges, mas se um ainda for útil carmaticamente ao outro, viverão um relacionamento.

Estou dizendo isso porque casamento nada mais é do que um relacionamento. Por isso, o que guia qualquer outro relacionamento serve também para o casamento.

Agora, tenha uma certeza: se não houver mais necessidade do outro para os acontecimentos carmáticos do ser, ele nunca mais ouvirá falar do outro.

Participante: porque ocorrem as separações?

Elas podem ocorrer por fim de carma. Isso ocorre quando os dois se amam num momento e no seguinte dizem: acabou.

Pode acontecer por falência de carmas. Isso acontece quando o mundo espiritual avalia que se deixar os dois juntos eles podem prejudicar um ao outro. Nesse caso existe uma separação.

A separação pode acontecer, ainda acontecer como o próprio carma. Isso ocorre quando os espíritos, antes da encarnação, pedem para viver determinado tempo casado e outro separado.

Participante: eu acho que quando há filho o relacionamento nunca acaba.

Nunca é uma palavra que não existe. O relacionamento pode acabar mesmo quando há um filho. Como? Quando você deixar de dar esse papel ao outro ser. Quando não ver mais o amigo espiritual ao seu lado como marido ou como ex, mas como irmão, o relacionamento casamento acabou.

Participante: acho que entendi ... O que preciso fazer é esquecer dos títulos dos relacionamentos ...

De nada adianta você querer se libertar dos títulos. O que precisa ser esquecido são as verdades que são anexadas aos papéis.

Para vocês o marido precisa cumprir determinados requisitos. São esses que precisam ser esquecidos e não apenas o título.

Participante: acaba o carma quando separa?

Não. Ele pode acabar com a separação, mas também pode não acabar. Nesse caso, o carma será vivido dentro de um cenário diferente.

Há maridos e mulheres que se relacionam mais, mesmo que seja apenas para brigar, do que quando eram casados.