A partir do que vimos até aqui, posso afirmar que proceder à reforma íntima é abrir mão do poder de conhecer (qualificar) as coisas. Isto acaba com a complexidade do espírito e o leva de volta à simplicidade. Não existe reforma íntima sem abrir mão do poder de conhecer as coisas, de ver certo ou errado, bonito ou feio, magro ou gordo, bom ou mau. Esta é a reforma que os seres universais humanizados sempre foram conclamados a fazer. Procurando…